Ao que foi, é e há de ser.
Àquele no qual não existe sombra de dúvida nem variação.
Ao que cumpre suas promessas em todo lugar e em todo tempo.
Ao que caminha comigo na montanha ou no vale da sombra da morte.
Àquele que derrama graça à cada dia e renova suas misericórdias à cada manhã
Ao que aquieta minha alma e me conduz junto à Ele.
Àquele que é digno, em toda língua, o louvor.


Não, essas fotos não são de São Paulo na véspera do feriado. É Paris, que desde quarta-feira vem sofrendo com uma nova greve do sistema público de transporte.
Diferentemente da última vez ainda existem alguns trens, metrôs, ônibus e RERs funcionando mas o sistema está como dizem os franceses «perturbé ». Algo como o transporte público em São Paulo em horário de pico, trens e ônibus lotados e a necessidade de ter que esperar um ou dois passarem para conseguir entrar. Fora isso, o trânsito já que todo mundo que tem a possibilidade de ir de carro ou táxi, não arrisca e vai.
Enquanto os parisienses caminham escandalizados com o « caos », eu sorrio. Em greve Paris me lembra um pouco mais de casa.
Créditos das fotos:
#1: meu celular francês, que ainda está cumprindo as funções de máquina fotográfica.
#2: Le Parisien 16/11
Duas palavras francesas e por um bom motivo. A primeira, impregnada na culutura do pais explica o excesso de papéis, carimbos e filas, que os franceses suportam para qualquer evento cotidiano, de ir ao correio à comprar um aparelho de telefone celular. A segunda, não sei bem ao certo se é aplicável somente aos estrangeiros no país, mas a verdade é que parece haver uma verdadeira conspiração francesa muitas vezes. (Lire la suite…)
Problema da internet resolvido.Como bem era esperado, a burocracia francesa me deu um baile e eu perdi a manhã toda e uma parte da tarde para resolver a questão. Foi uma longa jornada mas, enfim, voltei a ter internet no meu quarto.
Tudo o que faltava era a pequena senha da foto, que alguém esqueceu de me dar quando me cadastraram na rede. Foi só digitá-la e…voilà! Je suis on-line.